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Livros


Crítica de Waldomiro Manfroi ao livro Yossef, o judeu errado

Como observou Sílvio Romero, ainda no início do século XX, a literatura registra as nuances da vida das pessoas, seus costumes, habitações, ambientes, alimentação, vestuário, sentimentos, épocas de felicidade e de sofrimento. Registra também cenários onde vivem as personagens: ruas, cidades, estados, países, épocas. Então cabe ao escritor, quando quer contar uma história, criar personagens, vesti-los e situá-los no meio e na época em que vivem. > leia o texto completo

Comentário de José Eduardo Degrazia sobre o livro Yossef

Meu caro Laitano, acabei de ler o teu romance Yossef, o judeu errado e gostei muito. Gostei desde o trocadilho do judeu errado/errante subtendido, até o desenrolar da trama que flui agradavelmente por aqueles secos territórios da Judeia. Acho que o pobre do José merecia um romance que o levasse em consideração e que visse nele não a sombra que ficou dele no cristianismo, nem o ceticismo dos judeus em relação à gravidez de Maria. José era um bom homem, e o teu romance o comprova.

Um trabalho necessário: apresentação do livro História da Academia Rio-grandense

A tarefa de construir uma história é hoje bastante árdua, pois o pesquisador tem consciência da particularidade e da complexidade de seu trabalho. Há que se rastrear um sem número de informações, além de se lidar com as noções contemporâneas de História, vista num continuum, o que equivale à possibilidade de eterna revisão, e de discurso histórico, que revela o posicionamento do próprio historiador, impregnado este de presente e de passado. Clique aqui para ler o texto completo

+ Acesse aqui os anexos do livro História da Academia Rio-grandense de Letras e Parthenon Litterario



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